Sá Rosas, S.A.

175 anos de tradição familiar na cortiça

Descortiçamento no montado
Desde 1945, a Sá Rosas transforma uma das matérias-primas mais extraordinárias de Portugal em componentes de precisão para instrumentos musicais de elevada exigência. A cortiça nasce no montado, atravessa três gerações e chega a cada instrumento com o mesmo compromisso: manter em cada lâmina o rigor e a consistência da anterior.

Paços de Brandão, Santa Maria da Feira, no centro do principal cluster corticeiro mundial. Estar no cluster dá vantagem em matéria-prima, saber-fazer e reputação de origem.

Na música, a Sá Rosas quer crescer com a qualidade do produto e não através do preço.

O montado e a herança

A origem portuguesa

Portugal é o líder mundial da cortiça, com exportações recorde de cerca de 1,2 mil milhões de euros em 2023.

49,5%da produção mundial de cortiça é portuguesa
730.000 hade montado em Portugal
130+países importam cortiça portuguesa
75%das empresas do setor estão em Santa Maria da Feira

História

De 1850 a 2026

  1. 1850

    Tradição e origem no setor da cortiça

    A família Veiga de Macedo inicia atividade no mercado da cortiça.

  2. 1915

    Fundação da Vieira Pinto & Rosas, empresa antecessora direta da Sá Rosas.

  3. 1925

    Início do trabalho com cortiça transformada: tapete articulado para quartos de banho. Primeiros passos em produto acabado.

  4. 1939

    Joaquim Sá Rosas adquire 100% da empresa à família Vieira Pinto.

  5. 1945

    Entrada no mercado musical internacional

    Início da laminagem de cortiça para fabricantes de instrumentos musicais. Exportação imediata para França, Alemanha e Reino Unido.

  6. Anos 50

    Fabrico de granulados de cortiça. 1.ª fábrica de granulados a norte de Portugal.

  7. 1960–64

    Fabrico das próprias prensas de aglomeração para blocos de aglomerado.

  8. 1975

    Nova geração e reforço da especialização

    Os filhos Augusto e Joaquim Eduardo assumem a gestão. Impulso em granulados, lâminas musicais, ortopedia e especialidades.

  9. 1984

    Reintegração da família Veiga de Macedo com 90% do capital. Integração vertical completa: floresta, rolhas, desperdícios, granulados, laminados musicais.

  10. 1987

    Inovação técnica com TeckCork

    Aquisição do ROTEX (Reino Unido), primeiro equipamento de calibração no setor da cortiça em Portugal. Início da produção de TeckCork para instrumentos musicais.

  11. 2000

    Encerramento da linha de aglomerados para calçado. Foco nas especialidades de maior valor, incluindo o segmento musical.

  12. 2026

    Do legado à escala global

    Mais de 200 referências. Discos para oboé, nova linha de tiras de precisão, nova maquinaria e novo site.

Sobreiro ao entardecer

Missão

"Sermos fortes para sermos úteis."

Valores

O que a empresa acredita

Liderança participativa

Decisões da administração, com escuta ativa dos trabalhadores.

Flexibilidade

Flexibilidade e abertura à mudança.

Inovação colaborativa

Aceitam-se boas ideias, independentemente da origem.

Respeito e igualdade

Sem diferenças salariais de género.

Transparência

Reuniões regulares para informar e escutar.

Pessoas

Os guardiões do saber-fazer

Técnicos especializados e três gerações no mesmo cluster de cortiça. Um saber-fazer difícil de replicar, transmitido dentro da empresa.

Mãos a segurar uma prancha de cortiça

Futuro

Inovação em 2026

Discos para oboé

Nova linha, com investimento em maquinaria dedicada.

Tiras de precisão

Nova maquinaria para tiras com tolerâncias ultra-reduzidas.

Mais de 200 referências

Uma das gamas mais completas em cortiça para instrumentos musicais.

Plantação de um sobreiro jovem

Inovação e sustentabilidade

Natural, renovável, reciclável

A cortiça portuguesa é 100% natural, 100% renovável e 100% reciclável, com uma pegada de carbono negativa. O montado sequestra 5,7 toneladas de CO₂ por hectare por ano.

É um material natural, sustentável e sem qualquer restrição CITES.

Contacto / Pedir amostras

Precisão portuguesa que dá forma à música.